Seu nome em japonês
Seu nome em japonês ganha uma grafia em katakana — o conjunto de sinais que o japonês usa para palavras estrangeiras —, seguindo o som que ele faz, não as letras que o compõem. Kanji é outra rota, escolhida pelo eco sonoro, não pelo significado do nome. Digite seu nome no campo abaixo e veja o resultado na hora.
Cada nome tem seu próprio ponto onde a transliteração hesita — os exemplos abaixo mostram como esse motor foi calibrado, e o catálogo de nomes com página própria vai fundo em cada um deles.
Escreva seu nome em katakana
Digite seu nome como ele soa em português, sem se preocupar com acentos: o campo abaixo devolve a mesma sequência de sons vestida em katakana — não uma tradução, uma transcrição.
Não encontrou seu nome na lista? Digite-o mesmo assim: o resultado é calculado na hora, som por som.
| Nome | Katakana | Romaji |
|---|---|---|
| Maria | マリア | Maria |
| Alice | アリス | Arisu |
| Júlia | ジュリア | Juria |
| Larissa | ラリッサ | Rarissa |
| Miguel | ミゲル | Migeru |
| João | ジョアン | Joan |
| Thiago | チアゴ | Chiago |
| Guilherme | ギリェルメ | Giryerume |
| Beatriz | ベアトリス | Beatorisu |
| Vinícius | ヴィニシウス | Vinishiusu |
Cada quadro da resposta é uma mora, a unidade de tempo do japonês: sempre do mesmo tamanho, esteja numa vogal isolada ou numa combinação como シャ. Dois sinais aparecem com frequência nesses resultados — ー alonga a vogal que vem logo antes dele, e ッ marca uma pausa breve antes da consoante seguinte, sem ter som próprio.
Como um nome vira katakana
- O som importa mais que a letra: a escrita segue como o nome soa, não como ele é grafado.
- O japonês quase não tem sílabas fechadas: uma consoante sozinha no fim de sílaba ganha uma vogal de apoio.
- L e R são o mesmo som em japonês, sempre escritos com a mesma família de kana.
- Vogais longas ganham uma marca própria, o traço ー, em vez de se repetir a letra.
Vinícius mostra a regra de perto: o V inicial vira ヴィ, não ビ — japonês tem um kana dedicado ao som de V que listas simples de conversão letra a letra costumam ignorar, preferindo aproximar por B. E o -us final, uma consoante sozinha em português, ganha uma vogal de apoio no japonês, ス (su): uma mora que termina em consoante pura, sem vogal ao lado, quase não existe no idioma.
Guilherme escapa de qualquer regra fácil: o lh no meio do nome não tem equivalente direto em katakana — soa como uma consoante palatal que se aproxima de リェ, uma combinação que nenhuma tabela de conversão letra por letra prevê sozinha. É por isso que o topo desta lista vem de um dicionário curado, com cada nome conferido um a um, e não de um conjunto de regras aplicado às cegas: regras cobrem o previsível, e nomes como Guilherme vivem na exceção.
Nomes já detalhados, um a um
| Nome | Katakana |
|---|---|
| Maria | マリア |
| Alice | アリス |
| Júlia | ジュリア |
| Larissa | ラリッサ |
| Miguel | ミゲル |
| João | ジョアン |
| Thiago | チアゴ |
| Guilherme | ギリェルメ |
| Beatriz | ベアトリス |
| Vinícius | ヴィニシウス |
Essa tabela mostra o resultado, mas não os porquês: cada nome tem seu próprio ponto onde a transliteração hesita — uma vogal que se abre em duas, uma consoante que ganha peso extra, um alongamento que uma regra genérica não prevê. As páginas dedicadas a cada nome do catálogo entram nesse detalhe, mora por mora, e reúnem opções de escrita com kanji para quem procura isso.
Katakana e kanji são coisas diferentes
Katakana é a escrita que se usa no dia a dia no Japão para nomes vindos de fora — no trabalho, na escola, em formulários e cadastros. O que uma repartição específica exige por escrito depende dela e da grafia que consta no passaporte da pessoa; o que está aqui mostra apenas como o nome soa em japonês, não substitui essa checagem.
Kanji é outra história: os caracteres são escolhidos pelo som que produzem, e um leitor japonês reconhece a sequência sonora, não um significado ligado à pessoa. Um kanji escolhido pelo som não torna o nome japonês — vale lembrar disso antes de decidir tatuar um ateji.
Perguntas frequentes
Como escrevo meu nome em japonês?
Digite seu nome no campo acima, sem acentos, e o resultado aparece em katakana na hora, mora por mora. Se o nome já estiver entre os exemplos, ele confirma o que um dicionário curado registrou; senão, o resultado vem de regras gerais de conversão de som.
Por que um nome pode ter mais de uma grafia?
Porque a transliteração nasce do som, e o mesmo nome pode soar de um jeito na fala corrida e de outro na tradição já registrada — Alice, por exemplo, circula tanto como アリス quanto como アリシ, cada uma seguindo uma lógica diferente. Quando isso acontece, a página do nome explica as duas.
O que é uma mora?
É a unidade de tempo do japonês, sempre do mesmo tamanho — uma vogal sozinha, ア, e uma combinação como シャ duram o mesmo tanto ao falar. É por essa unidade, não pela sílaba do português, que o japonês conta o comprimento de um nome.
Dá para escrever meu nome com kanji?
Para boa parte dos nomes, sim, por ateji: kanji escolhidos pelo som que produzem juntos, sem herdar sentido do nome original. Cada página de nome do catálogo traz cinco combinações desse tipo, já calculadas e conferidas uma a uma.
Essa escrita serve para documentos?
Katakana é a escrita que uma pessoa usa no dia a dia no Japão — no trabalho, na escola, em formulários e cadastros. O que uma repartição específica pede por escrito depende dela e da grafia registrada no passaporte, então vale confirmar caso a caso, não só por este resultado.
E se meu nome não estiver na lista de exemplos?
Digite-o mesmo assim: o resultado é calculado na hora, som por som, sem depender de já estar entre os exemplos fixos da tabela. Nomes com página própria, como os listados aqui, passaram por uma conferência extra, kanji incluído.
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